Conheça a retinopatia diabética

As mulheres são mais propensas a ter quase todas as doenças oculares. Neste artigo vamos tratar de uma delas em especial, a retinopatia diabética.

A retina é a região do nosso olho responsável por formar as imagens e enviá-las ao nosso cérebro. Logo, qualquer problema nesta área sensível afeta diretamente na qualidade da nossa vista. Um dos problemas que podem ser desenvolvidos é a retinopatia diabética. Como o nome sugere, ela está ligada à diabetes e ao nível de glicose no sangue, sendo uma das complicações que a diabetes pode apresentar.

Com o excesso de glicose, os vasos sanguíneos da retina podem ser afetados, comprometendo a visão, mas o paciente pode demorar a ter o diagnóstico. As pessoas diagnosticadas com os tipos 1 e 2 de diabetes apresentam uma maior probabilidade de desenvolver a doença. Isso requer que as pessoas que tenham a doença tenham uma maior frequência de exames de fundo ocular. A orientação é de que se faça, pelo menos, o exame uma vez ao ano.

Entre os sintomas apresentados estão a aparição de alguns pontos de sangue ou manchas flutuantes na visão. Nesse momento, é fundamental que se busque um oftalmologista.

Em gestantes que tem diabetes, a retinopatia diabética pode ter uma evolução ainda mais rápida, exigindo exames pré e pós gestação.
A retinopatia é dividida em quatro estágios de lesões progressivas na retina, causando de lesões severas, chegando inclusive à cegueira. A cada grau, mais lesões na retina são maiores.

É importante desatacar que a doença não tem cura, mas o tratamento que consiste no controle das taxas de glicose reduzem significativamente o risco de perda da visão, além de retarde e inclusive, reverter a perda da visão. Por isso, é fundamental que os pacientes sigam o tratamento orientado pelo oftalmologista.

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